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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Vocês e o Facebook (Urgente)


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

vocês e o Facebook 2

O director de engenharia do Facebook, Arturo Bejar, revelou ao jornal USA Today detalhes do mecanismo que o Facebook usa para rastrear usuários. A postura revela uma preocupação do Facebook em relação às suas políticas de privacidade – a rede social fechará um acordo para ser fiscalizada pelo governo americano.

O Facebook tem mecanismos para rastrear o que os usuários fazem mesmo fora da rede social.

Cookies

Pequenos arquivos que registam informações dos usuários para facilitar a navegação pelo browser (como lembrar logins e senhas). Além de facilitar, os cookies registam também dados de navegação, que são usados para monitorar o comportamento dos usuários.

Os cookies armazenam dados como nome, e-mail, preferências (como os ‘likes’) e informações técnicas como IP e sistema operacional do usuário. Os cookies colectam as informações e as atrelam às contas dos usuários (se ele estiver logado no Facebook). Se não estiver, e simplesmente passar pelo Facebook, há um cookie que continua ativo, colectando os mesmos dados (que aí não são relacionados à conta).

“Mesmo se você se deslocar, o Facebook continua sabendo e pode rastrear todas as páginas que você visita”, escreveu o hacker Nik Cubrilovic, o primeiro a revelar que o Facebook rastreia usuários mesmo após o logout. “O Facebook está apenas alterando o estado dos cookies, em vez de removê-los quando o usuário se desloga. Se eu visitar qualquer página com o botão de curtir ou qualquer outro widget, a informação, como o ID da minha conta, continua sendo enviado para o Facebook.”

Os mecanismos de rastreio do Facebook despertaram a preocupação do governo americano, que pediu explicações à rede. Os senadores republicanos Ed Markley e Joe Barton enviaram uma carta à Mark Zuckerberg questionando como funciona o sistema que relaciona os dados dos usuários com os anúncios. Zuckerberg tem de responder até o dia 1 de dezembro.


sábado, 19 de novembro de 2011

vocês e o Facebook

Cada dia surgem novas denúncias sobre a falta de privacidade da rede social.

A maior rede social do mundo liga mais de meio bilião de pessoas.Isso permite comunicações em vários níveis, que vão desde pequenos arquivos até grandes obras, vídeos e outros materiais de interesse comum.

Nas últimas semanas, várias denúncias surgiram, todas afirmando que os dados pessoais armazenados nos servidores do Facebook vão muito além do que pode ser considerado respeitoso à privacidade dos usuários. Há informações, inclusive, que afirmam que mesmo depois de deletar a conta, os ex-cadastrados continuam tendo os movimentos registados. 

Mas como o Facebook faz esse rastreio?

Assim como grande parte dos sites da internet, o Facebook instala cookies no seu computador. Eles são responsáveis pelo armazenamento de uma série de informações de navegação e, o principal, são utilizados para enviar estes mesmos dados até servidores remotos.

Conectado: assim que você se loga nos servidores, um cookie de sessão e um cookie de navegação são instalados no navegador. Eles são responsáveis pela medição de tempo de permanência na página, além de localizar IP, resolução e várias outras informações técnicas. Além disso, todas as vezes que você clicar em "Curtir", preferências de usuário serão salvas.

Desconectado: quando você está navegando em outras páginas ou se está visitando o Facebook, sem estar logado na rede social, apenas o cookie de navegação é instalado. Porém, todos os itens citados anteriormente continuam sendo informados ao servidor, incluindo seu IP e seu tempo de permanência.

Após encerrar as atividades do Facebook: denúncias de um grupo alemão apontam para o facto de que, até mesmo após deletar a conta na rede social, os usuários continuam sendo rastreados. Isso significa que dados de navegação continuam sendo recebidos pelos servidores de Zuckerberg.

De onde vêm as denúncias?

A fonte principal das acusações é a ACLU (União pela Liberdade Civil Americana, uma organização independente dos EUA), que afirma categoricamente: "A rede social está seguindo você". Foi ela que entrou em contacto com o órgão governamental FTC (Comissão Federal do Comércio, também dos EUA), com as denúncias de que o Facebook estava roubando informações.

Encarar esses factos como invasão de privacidade depende de cada leitor. Mas é facto que, nem todos os usuários gostam de saber que estão tendo todos os passos vigiados. Ainda mais quando não se sabe quais são as reais intenções por trás da atitude.