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quinta-feira, 3 de abril de 2014
terça-feira, 13 de novembro de 2012
última casa de Michael Jackson é vendida
A casa em que o cantor pop Michael Jackson deu o último suspiro, em 25 de junho de 2009, foi vendida por 18,1 milhões de dólares (algo como 36 milhões de reais), de acordo com o jornal americano Los Angeles Times. O valor, apesar de alto, fica distante do esperado pelo corretor imobiliário, que pedia 23,9 milhões de dólares (cerca de 48 milhões de reais). E mais longe ainda do valor pelo qual a casa era cotada em 2009, quando Michael Jackson ainda era vivo: 38,5 milhões de dólares (77 milhões de reais).
quarta-feira, 28 de março de 2012
Conrad Murray perde 13kg na prisão
Conrad Murray, médico condenado pela morte de Michael Jackson, perdeu cerca de 13 kg desde que foi preso, em novembro do ano passado, segundo o site "TMZ". Ainda de acordo com a publicação, o médico reclama que a água da cadeia tem um gosto ruim e cheira mal. Ele também estaria achando que está perdendo peso por conta de uma desinteria.
Segundo o site, Murray não gosta da comida da prisão e compra alimentos como atum em lata e lascas de salmão para comer, mas ainda assim chama a comida de "ração de gato". O médico estaria entrando com vários recursos para sair da prisão, alegando que sua saúde está comprometida.
Steve Whitmore, representante da polícia de Los Angeles, afirmou que todos os internos recebem alimentação adequada. "Todos os internos recebem a alimentação e os medicamentos adequados e garantidos por lei."
Robbie Williams quer comprar casa onde Michael Jackson morreu, diz TMZ
O cantor Robbie Williams está interessado em comprar a casa onde Michael Jackson morreu, localizada em Holmby Hills, em Los Angeles, na Califórnia. Ele teria sido o primeiro interessado a visitar a propriedade, segundo matéria publicada nesta segunda-feira, 26, pelo site TMZ.
Segundo o TMZ, Williams esteve na mansão - que está avaliada em US$ 23,9 milhões - na última quinta-feira, 22.
O imóvel, na verdade, não pertencia a Michael e sim era alugado pelo cantor por US$ 100 mil.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Mansão onde Michael Jackson morreu foi colocada à venda por U$ 23,9 milhões
A mansão onde o cantor Michael Jackson morreu, em 2009, foi colocada à venda por U$ 23,9 milhões. A propriedade de 17 mil metros quadrados tem sete quartos, 13 banheiros, piscina, elevador e sala de ginástica.
A casa fica no luxuoso bairro de Holmby Hills, em Los Angeles, e o responsável pelas vendas é o agente imobiliário Mauricio Umansky, do The Agency. Segundo o site TMZ, o local está à venda desde segunda-feira e a casa só será exibida para compradores pré-qualificados.
Umansky descreveu que a propriedade é um "elegante castelo francês feito por Richard Landry e finalizado em 2002". Na página da imobiliária são exibidas mais de 30 fotos da mansão e a maior parte dos cômodos está vazia, mas mostra o quão luxuoso é o espaço que também abriga lareira, adega e sala de cinema.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Conrad Murray
O cardiologista Conrad Murray, condenado a quatro anos de cadeia pela morte de Michael Jackson, pediu para esperar, em liberdade, pelo resultado do recurso que interpôs junto do tribunal de Los Angeles.
O médico disse-se disponível para usar pulseira electrónica e pagar fiança e acrescentou, em comunicado enviado ao juiz Michael Pastor, que não deve ser considerado uma ameaça para a sociedade e que precisa de trabalhar para sustentar os seus sete filhos. Isto apesar de saber que não poderá voltar a exercer medicina e que terá de procurar trabalho noutra área.
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
A novela Conrad Murray continua
Conrad Murray, o médico de Michael Jackson, entrou com um pedido no tribunal de Los Angeles com o objectivo de provar que o Rei do Pop foi o causador da sua própria morte.
De acordo com o advogado do médico, se as provas apresentadas pela defesa forem aceites pelo tribunal, a indemnização de 100 milhões de dólares (cerca de 80 milhões de euros) que Conrad Murray terá de pagar à família do cantor poderá ser reduzida em cerca de 25 por cento.
No passado mês de Dezembro, o médico foi considerado culpado pela morte de Michael Jackson, tendo sido condenado a uma pena de quatro anos de prisão. O júri, composto por 12 pessoas, chegou a uma decisão unânime após 42 dias de julgamento.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Michael Jackson, Conrad Murray leva pena Máxima
Quatro anos de prisão: "O tribunal considera que a sentença apropriada é a pena máxima." Esta foi a frase demolidora proferida ontem de manhã, em Los Angeles (tarde em Lisboa), pelo juiz Michael Pastor.
A Justiça negou o pedido da defesa do médico para que ele cumprisse liberdade condicional.
Pastor justificou a pena mais pesada para este tipo de crime: "Conrad Murray é e continua a ser perigoso e não mostrou remorsos."
Três semanas depois de ter sido declarado culpado pela morte do ‘rei da Pop’, o médico ficou agora a conhecer o seu destino. Hora e meia volvida e o veredicto foi divulgado: quatro anos de prisão e inibição de voltar a exercer Medicina.
Por se tratar de homicídio involuntário, "o tribunal não tem autoridade legal para enviar Murray para a prisão estadual", de maior segurança, lembrou Pastor. Os peritos avançam que o condenado deve apenas cumprir dois anos atrás das grades da cadeia do condado e, se tiver bom comportamento, a restante pena deverá ser cumprida em casa.
Murray deve cumprir a pena na prisão de Los Angeles e já tem um crédito de 46 dias cumpridos.
A Justiça também ordenou que o médico pague US$ 800 de multa e US$ 43 de taxas. Quanto à quantia que a promotoria havia pedido de indenização --US$ 100 milhões--, o juiz Michael Pastor não se pronunciou.
Durante o anúncio da sentença, Pastor parecia bravo. Apesar de dizer que Murray não era "nem santo, nem demônio", ele salientou que o médico pareceu não demonstrar remorso pela morte de Michael Jackson, "como se não tivesse qualquer ligação com o cantor".
Nas alegações finais, antes da sentença, a acusação apelou ao dramatismo, enquanto o médico optou pelo silêncio. Já a defesa lembrou toda a sua carreira, além de testemunhos e cartas de apoio de pacientes e amigos. Mas, para o juiz, não restaram dúvidas: "O Dr. Murray abandonou o seu paciente que confiou nele e estava vulnerável." Mais: além de ter mentido nos seus depoimentos, ficou provado que a sobredosagem fatal de propofol é resultado "dos seus actos".
O médico tem ainda 60 dias para recorrer da sentença.
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Conrad Murray
Conrad Murray está em perigo de vida. O médico de Michael Jackson, condenado pela morte do cantor, corre o risco de ser atacado por fãs do artista.
A revelação foi feita por Douglas Jones, de 53 anos, que fez parte do staff pessoal do artista: "Ele é um alvo. Se o puserem na população geral da prisão, ele vai correr perigo de vida. Lá devem estar fãs de Michael Jackson", referiu. As autoridades norte-americanas também parece acreditar que o clínico está em perigo, mas por outros motivos. A polícia teme que Conrad se suicide precisamente por não aguentar a tensão que se vive numa cadeia, daí que tenha encarcerado o médico numa cela de segurança especial onde vai permanecer até ouvir a sentença final dia 29 de Novembro.
Recorde-se que Conrad foi condenado por homicídio por negligência depois de ter administrado uma dose fatal de propofol ao cantor.
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Michael Jackson, julgamento de Conrad Murray
Há poucos dias da sentença, os advogados do médico Conrad Murray, que foi considerado culpado pela morte de Michael Jackson, queriam que a corte aceitasse o pedido de uma nova análise - em laboratório independente - do frasco do anestésico utilizado na manhã da morte do cantor, no dia 25 de junho de 2009. De acordo com o site Huffington Post, o juíz negou o pedido.
Michael Pastor, juiz da Corte Superior, alegou que os advogados de defesa poderiam ter pedido os testes meses atrás, ou mesmo durante o julgamento de seis semanas do médico, mas escolheram não o fazer.
O advogado de defesa, J. Michael Flanagan, argumentou que o resultado revelaria com precisão se a teoria dita por um especialista da acusação - de que Murray deixou Jackson sozinho enquanto ele recebia, por via intravenosa, uma solução do anestésico propofol com o anestésico lidocaína - estaria mesmo correta.
Contudo, o vice-procurador David Walgren sustentou que não há base jurídica para um novo teste, alegando que Murray recebeu um julgamento justo. O juíz Pastor chegou a examinar o frasco de propofol, que foi encontrado no armário do quarto de Jackson, antes de emitir sua sentença.
O médico foi considerado culpado pela morte do cantor, sendo que sua sentença será definida no dia 29 de Novembro. Murray permanece preso, aguardando uma pena que pode ir da liberdade condicional até a um máximo de quatro anos de prisão.
Dr. Conrad Murray (58), tem falado aos amigos e parentes que o visitam na prisão que não tem mais vontade de viver e que quer cometer suicídio. Segundo o site americano TMZ, o médico não consegue lidar com o fato de ter sido considerado culpado pela morte do astro, apesar de seus advogados terem o alertado sobre a possibilidade da condenação.
Fontes disseram ao site que Murray está na ala médica da prisão de Los Angeles há mais de uma semana em observação para não cometer suicídio. O porta-voz da prisão, Steve Whitmore, disse que a entidade não comentará a permanência de Murray na ala médica: “O estado de saúde mental ou médica das pessoas na prisão de Los Angeles é protegida pela lei”, comunicou.
Os advogados de Murray vão recorrer à sentença, alegando que ele não tem histórico criminal e sempre foi um cidadão modelo e um bom médico, excluindo o caso Michael Jackson.
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sábado, 19 de novembro de 2011
Michael Jackson
Cascio é o autor do livro "My Friend Michael: An Ordinary Friendship with an Extraordinary Man" (meu amigo Michael: uma amizade comum com um homem fora do comum, em tradução livre). Na publicação, o autor, que foi amigo íntimo do cantor desde os 5 anos de idade, conta que viu Michael Jackson usar o anestésico durante a turnê de "Dangerous", após um acidente em Munique, Alemanha.
No último dia 7 de novembro, o médico Conrad Murray foideclarado culpado pela morte de MJ. A pena de Murray deverá ser apresentada no próximo dia 29. O médico poderá pegar até 4 anos de prisão.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Cama de Michael Jackson
A cama onde Michael Jackson morreu vai ser leiloada no próximo mês pela Julien’s Auctions. O leilão tem centenas de lotes, todos respeitantes a peças – móveis de antiquário, pinturas e esculturas – provenientes da moradia onde o rei da pop faleceu, no bairro de Holmby Hills, em Los Angeles, na Califórnia.
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Conrad Murray Condenado
O doutor Conrad Murray, (ex) médico pessoal de Michael Jackson, foi considerado culpado nesta segunda-feira de homicídio involuntário do cantor, por um juri reunido na Corte Superior de Los Angeles.
"Nós, o juri, consideramos o acusado Conrad Murray culpado de homicídio involuntário" de Michael Jackson. Por determinação do juiz Michael Pastor, o médico ficará em prisão preventiva sem possibilidade de fiança.
Murray, de 58 anos, foi algemado e levado sob custódia para aguardar a sentença, que sairá no dia 29 de novembro. O médico pode ser condenado a até quatro anos de prisão, além da perda da licença profissional, mas como não tem antecedentes criminais, deve ficar pouco tempo na cadeia.
A decisão dos sete homens e cinco mulheres do juri foi unânime e saiu cerca de cinco horas após o início do segundo dia de deliberações.
O veredicto foi comemorado pelos fãs do "rei do pop" reunidos diante do tribunal californiano, ao final de seis semanas de julgamento.
Quando foi pronunciada a palavra "culpado", se escutou um grito de alegria dentro da sala de audiências, enquanto cerca de 200 fãs de Jackson festejavam do lado de fora do prédio da Corte Superior de Los Angeles.
Conrad Murray ficou sério e não expressou qualquer emoção, como fez durante todo o julgamento.
"Se fez justiça", disse Jermaine Jackson ao canal de televisão HLN, quando a família do "rei do pop" abandonava o prédio da Corte Superior de Los Angeles, em meio a fãs eufóricos.
"Nada vai trazê-lo de volta, mas fico contente com esta condenação", disse Rebbie Jackson à TV.
LaToya foi mais enfática: "obrigado aos Estados Unidos, obrigado a todos os fãs". A irmã de Jackson também agradeceu ao promotor David Walgren, que se destacou por ter utilizado brilhantemente a seu favor as testemunhas da defesa: "Walgren esteve maravilhoso".
Diante do prédio do tribunal, os fãs de Jackson festejavam o resultado. "É claro que era culpado", disse J.B. Jones à AFP.
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domingo, 6 de novembro de 2011
Conrad Murray
O juri do processo criminal contra Conrad Murray, o médico de Michael Jackson, concluiu suas deliberações nesta sexta-feira sem um veredicto, e retomará os debates na próxima segunda-feira.
Os sete homens e cinco mulheres que integram o juri "concluíram suas deliberações de hoje e retomarão os trabalhos na segunda-feira, dia 7 de novembro", informou um porta-voz da Corte Superior de Los Angeles no final da tarde.
Os jurados discutem um veredicto para a acusação de homicídio culposo contra Murray, um cardiologista de 58 anos julgado por dar a Jackson uma dose fatal do sedativo propofol para ajudar o cantor a dormir.
Na quinta-feira, durante sua alegação final, o promotor David Walgren afirmou que a negligência de Murray provocou a morte de Jackson.
Walgren destacou as graves falhas profissionais do médico de 58 anos, que recebia um salário mensal de 150 mil dólares. "A evidência neste caso é esmagadora... De que Conrad Murray agiu com negligência criminosa, de que Conrad Murray causou a morte de Michael Jackson...".
O advogado do médico, Ed Chernoff, disse ao juri que Murray foi "um pequeno peixe em um tanque sujo", e afirmou que as principais testemunhas do caso conspiraram contra o médico sobre o que ocorreu
na casa de Jackson no dia 25 de junho de 2009.
A defesa se baseou no argumentado de que Jackson era um viciado desesperado, que provocou a própria morte ao tomar mais medicamentos, enquanto Murray estava fora do quarto do cantor, na mansão nos arredores de Los Angeles.
O cardiologista pode ser condenado a até 4 anos de prisão e à perda da licença médica se for considerado culpado pela morte de Jackson.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Julgamento de Conrad Murray
O julgamento contra o cardiologista Conrad Murray, acusado de homicídio culposo pela morte do cantor Michael Jackson, aguarda agora somente o veredicto, que deve ser decidido nesta sexta-feira, após a apresentação das alegações finais nesta quinta na Corte Superior de Los Angeles.
A promotoria pediu aos 12 membros do júri que condenem o médico de 58 anos para "fazer justiça" sobre o ocorrido ao Rei do Pop, que, segundo a acusação, confiou em Murray para cuidar de sua saúde e acabou pagando com a própria vida.
O promotor David Walgren disse que as provas apresentadas durante os 22 dias de julgamento comprovaram que Murray deu ao artista uma dose letal do remédio propofol, que causou a morte do cantor em sua mansão, onde não tinha equipamento para reanimá-lo em caso de complicações.
Caso o júri considere o réu culpado, Murray pode enfrentar uma sentença de até quatro anos de prisão, além de perder sua licença médica.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Michael Jackson
O «rei da pop» Michael Jackson foi a celebridade morta que mais dinheiro gerou em 2011, de acordo com uma lista elaborada anualmente pela revista norte-americana Forbes.
O músico, encontrado morto em casa a 25 de junho de 2009, gerou este ano 120 milhões de euros (ME), menos 74 ME do que no ano anterior.
Mesmo assim, Michael Jackson gerou três vezes mais dinheiro do que o segundo classificado do ranking, Elvis Presley.
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domingo, 2 de outubro de 2011
Foto Michael Jackson Morto
O julgamento do médico Conrad Murray começou por volta das 13h desta terça-feira (27) com o o promotor David Walgren mostrando aos jurados uma série de imagens de Michael Jackson, entre elas, uma em que o astro está no hospital, já morto.
Mais emoção era impossível: um dos mais aguardados e mediáticos julgamentos dos últimos anos, que senta no banco dos réus Conrad Murray, o médico acusado da morte de Michael Jackson, começou com exibição da fotografia do cantor morto, deitado numa maca do hospital para onde foi transportado. A foto foi mostrada pelo advogado de acusação ao mesmo tempo que proferia duras palavras contra o médico.
"Michael Jackson pôs, literalmente, a sua vida nas mãos de Conrad Murray. Depositou nele toda a sua confiança e foi essa confiança, mal empregue, que lhe custou a vida", disse David Walgren, enquanto mostrava, na sala de tribunal, a foto do ‘rei da pop’, sem vida, com a legenda: "Tinha 50 anos."
A exibição da foto chocou. Na sala, estavam sentados vários elementos do clã Jackson – pai e mãe, as irmãs La Toya e Janet e os irmãos Jermaine, Randy e Tito –, mas também o grupo de jurados: sete homens e cinco mulheres, dois dos quais fãs confessos do cantor.
Murray – que compareceu acompanhado pela mãe – está apostado em provar que Jackson, que morreu a 25 de Julho de 2009 de overdose de Propofol, se suicidou, ingerindo a droga quando ele se ausentou do seu quarto.
Cá fora, a emoção não era menor, com uma multidão de fãs do cantor a exibir cartazes contra Murray, a quem chamam ‘Dr. Morte’.
domingo, 28 de junho de 2009
O cantor e compositor Michael Jackson, 50, morreu
O cantor e compositor Michael Jackson, 50, morreu na tarde desta quinta-feira (25), após sofrer uma parada cardíaca em sua casa, em Los Angeles. Segundo o jornal "Los Angeles Times", os médicos do hospital da Universidade da Califórnia confirmaram a morte do cantor, que teria chegado ao local em coma profundo. De acordo com o jornal, Jackson não estava respirando quando os paramédicos chegaram a sua residência, em Holmby Hills, por volta das 12h20 (horário local). Michael recebeu uma massagem cardiopulmonar ainda na ambulância e seguiu direto ao hospital da Universidade da Califórnia, que fica a dois minutos da casa do cantor. O cantor estava preparando sua volta aos palcos para uma série de 50 shows em Londres, a partir do dia 13 de julho, com ingressos esgotados. Michael Joseph Jackson nasceu em 29 de agosto de 1958 em Gary, Indiana. Quinto filho do metalúrgico Joe Jackson, Michael mostrou seu talento para a música e para a dança muito cedo.
Ele começou sua carreira nos anos 60, aos cinco anos, com o grupo Jackson 5, formado também pelos seus quatro irmãos mais velhos. Desde a pré-adolescência, quando a banda lançou os primeiros discos, o cantor se tornou uma das figuras mais conhecidas e adoradas da música norte-americana. O estouro solo veio em 1979, com o quinto disco dele, "Off The Wall", que, graças a uma empolgante e original mistura de disco, funk e pop, abriu caminho para o que o cantor viria a se transformar nos anos seguintes. Na década de 1980 lançou dois de seus melhores discos, "Thriller", de 1982, e "Bad", de 1987, e consolidou a posição de superastro. Foi aí também que surgiu a imagem de um artista de hábitos e atitudes cada vez mais estranhos. É o exemplo perfeito de criança-prodígio que, cada vez mais famosa e idolatrada, acaba por criar um mundo próprio distante da realidade. Ao mesmo tempo em que batia recordes de vendas com "Thriller" que vendeu mais de 100milhões de cópias,e é até hoje o álbum mais vendido do mundo, ele colocava sucesso atrás de sucesso nos primeiros lugares das paradas e lançava moda entre os adolescentes de todo o mundo com suas roupas e coreografias, em especial o "moonwalk".
Mas Michael era motivo de especulações pela sua postura anormal, modificações profundas em seu rosto e branqueamento de sua pele. Nos anos 80, dizia-se até que o cantor dormia em uma câmara hiperbárica para retardar o envelhecimento. A partir do início dos anos 90, os fatos sobre sua vida particular já chamavam muito mais atenção do que sua música --que, diga-se, nunca mais repetiu a genialidade da trilogia "Off The Wall", Thriller" e "Bad". Por mais que lançasse discos de modo superlativo, como o fez com "Dangerous", em 1991, o que atraía o público eram as histórias sobre o megalômano rancho Neverland, na Califórnia, e a preferência do cantor por estar sempre acompanhado de crianças, entre elas o então ator mirim Macaulay Culkin, astro do filme "Esqueceram de Mim". Foi na década de 90 que surgiu o caso que abalaria a carreira e a vida de Jackson. Em 1993, o cantor foi acusado de ter molestado sexualmente um menor de idade. Segundo relatos da época, Jackson fez um acordo milionário com a família da suposta vítima fora dos tribunais em 1995. Nos anos seguintes, se casaria com a filha de Elvis Presley, Lisa Marie, e com a enfermeira Debbie Rowe, mãe de dois de seus três filhos.
O cantor se apresentou ao vivo no Brasil em 1993 e voltou ao país em 1996 para gravar o clipe da canção "They Don't Care About Us" no Rio de Janeiro e na Bahia com o grupo Olodum. Sem lançar disco desde 2001, quando gravou "Invincible", nos últimos anos Jackson foi notícia graças ao julgamento pelo qual passou entre 2004 e 2005, também acusado de ter molestado um menor em 2003. Absolvido das dez acusações, logo após o julgamento o cantor passou por uma temporada de exílio no Barein, como convidado da família real do país. Em reconhecimento a sua carreira, em 2002 foi eleito o artista do século pela premiação American Music Awards. Michael reeditou em 2008 o clássico "Thriller", que traz a participações de nomes atuais como Will.i.am e Akon, e colocou uma nova compilação nas lojas, "King of Pop".
Em março de 2009, anunciou sua volta aos palcos com uma temporada de 50 shows em Londres, que começaria em 13 de julho e seguiria até fevereiro de 2010. A demanda pelos shows foi tão grande que dezenas de apresentações extras foram acrescentadas, ao mesmo tempo em que centenas de ingressos surgiram em sites de leilão online como o eBay, em meio a críticas à maneira como as vendas estão sendo feitas. Segundo cálculos da Billboard, o cantor poderia levar para casa mais de 50 milhões de dólares com os shows. Michael Jackson é, e sempre vai ser o " Rei do Pop " , apesar de seu comportamento e de sua aparência por vezes bizarros nos últimos anos. Ele já vendeu em torno de 750 milhões de discos, ganhou 13 Grammy e é visto como um dos maiores artistas pop de todos os tempos.
Ele começou sua carreira nos anos 60, aos cinco anos, com o grupo Jackson 5, formado também pelos seus quatro irmãos mais velhos. Desde a pré-adolescência, quando a banda lançou os primeiros discos, o cantor se tornou uma das figuras mais conhecidas e adoradas da música norte-americana. O estouro solo veio em 1979, com o quinto disco dele, "Off The Wall", que, graças a uma empolgante e original mistura de disco, funk e pop, abriu caminho para o que o cantor viria a se transformar nos anos seguintes. Na década de 1980 lançou dois de seus melhores discos, "Thriller", de 1982, e "Bad", de 1987, e consolidou a posição de superastro. Foi aí também que surgiu a imagem de um artista de hábitos e atitudes cada vez mais estranhos. É o exemplo perfeito de criança-prodígio que, cada vez mais famosa e idolatrada, acaba por criar um mundo próprio distante da realidade. Ao mesmo tempo em que batia recordes de vendas com "Thriller" que vendeu mais de 100milhões de cópias,e é até hoje o álbum mais vendido do mundo, ele colocava sucesso atrás de sucesso nos primeiros lugares das paradas e lançava moda entre os adolescentes de todo o mundo com suas roupas e coreografias, em especial o "moonwalk".
Mas Michael era motivo de especulações pela sua postura anormal, modificações profundas em seu rosto e branqueamento de sua pele. Nos anos 80, dizia-se até que o cantor dormia em uma câmara hiperbárica para retardar o envelhecimento. A partir do início dos anos 90, os fatos sobre sua vida particular já chamavam muito mais atenção do que sua música --que, diga-se, nunca mais repetiu a genialidade da trilogia "Off The Wall", Thriller" e "Bad". Por mais que lançasse discos de modo superlativo, como o fez com "Dangerous", em 1991, o que atraía o público eram as histórias sobre o megalômano rancho Neverland, na Califórnia, e a preferência do cantor por estar sempre acompanhado de crianças, entre elas o então ator mirim Macaulay Culkin, astro do filme "Esqueceram de Mim". Foi na década de 90 que surgiu o caso que abalaria a carreira e a vida de Jackson. Em 1993, o cantor foi acusado de ter molestado sexualmente um menor de idade. Segundo relatos da época, Jackson fez um acordo milionário com a família da suposta vítima fora dos tribunais em 1995. Nos anos seguintes, se casaria com a filha de Elvis Presley, Lisa Marie, e com a enfermeira Debbie Rowe, mãe de dois de seus três filhos.
O cantor se apresentou ao vivo no Brasil em 1993 e voltou ao país em 1996 para gravar o clipe da canção "They Don't Care About Us" no Rio de Janeiro e na Bahia com o grupo Olodum. Sem lançar disco desde 2001, quando gravou "Invincible", nos últimos anos Jackson foi notícia graças ao julgamento pelo qual passou entre 2004 e 2005, também acusado de ter molestado um menor em 2003. Absolvido das dez acusações, logo após o julgamento o cantor passou por uma temporada de exílio no Barein, como convidado da família real do país. Em reconhecimento a sua carreira, em 2002 foi eleito o artista do século pela premiação American Music Awards. Michael reeditou em 2008 o clássico "Thriller", que traz a participações de nomes atuais como Will.i.am e Akon, e colocou uma nova compilação nas lojas, "King of Pop".
Em março de 2009, anunciou sua volta aos palcos com uma temporada de 50 shows em Londres, que começaria em 13 de julho e seguiria até fevereiro de 2010. A demanda pelos shows foi tão grande que dezenas de apresentações extras foram acrescentadas, ao mesmo tempo em que centenas de ingressos surgiram em sites de leilão online como o eBay, em meio a críticas à maneira como as vendas estão sendo feitas. Segundo cálculos da Billboard, o cantor poderia levar para casa mais de 50 milhões de dólares com os shows. Michael Jackson é, e sempre vai ser o " Rei do Pop " , apesar de seu comportamento e de sua aparência por vezes bizarros nos últimos anos. Ele já vendeu em torno de 750 milhões de discos, ganhou 13 Grammy e é visto como um dos maiores artistas pop de todos os tempos.
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